terça-feira, 15 de dezembro de 2009
EM DEFESA DO HOSPITAL ALVARO ALVIM E DA FACULDADE DE MEDICINA DE CAMPOS
Campos dos Goytacazes que está acontecendo com você!
Onde está a cidade modelo tão ansiada pelos nossos coração... Sem palavras...
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
UM COTIDIANO CHAMADO FAMILIA

EM PROL DE UMA BOA AÇÃO
Aconteceu Pelo quinto ano consecutivo. O grupo de Teatro Gilda Duncan, da Academia de Yoga Kalyana Sadhanna, que desenvolve trabalhos voltados para terceira idade, apresentou um espetáculo no Teatro de Bolso Procópio Ferreira. A peça encenada tem o nome de "Essas mulheres, hein? Quem diria...", foi na quinta-feira (15), às 17h, e na sexta (16) e no sábado (17), às 20h.
Com direção de José Sisneiro, a montagem apresentou esquetes encenadas por seis mulheres, interpretadas por Ana Maria Assad, Cecinha Freire, Cirlene Azevedo, Edméa Rodrigues, Nísia Maria Guitton e Regina Cardoso de Melo.
- Escolhi o teatro como atividade do grupo, pelo fato de ser uma arte que trabalha a mente e exercita o corpo. Nosso grupo, que existe há 15 anos, começou com o nome de Boa Vontade e Muita Alegria, já que estas são as nossas propostas - destaca a diretora do grupo, Regina Cardoso de Melo.
A sessão do sábado (17) teve sua renda revertida para o Hospital Abrigo Dr. João Viana. Os ingressos custaram R$ 10,00 e foram vendidos pelas integrantes do grupo. PARABÉNS PELO GRANDE APRESENTAÇÃO!
terça-feira, 20 de outubro de 2009
LOUCURA
Os repórteres Thiago Jock e Emílio Mansur percorrem os corredores do manicômio mais antigo do país, o Hospital São Pedro, em Porto Alegre, e registram um momento dramático do tratamento psiquiátrico: a sessão de eletrochoque.
Júlia Bandeira e Thaís Itaqui vão para Brasília acompanhar uma manifestação pelo fim dos manicômios no país e conhecem os integrantes do grupo musical Trem Tantan, de Belo Horizonte, que transformam as próprias fantasias em música.
Caco Barcellos revela histórias surpreendentes de moradores de rua de São Paulo afetados por transtornos mentais.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
VAMOS AJUDAR! DESAPARECIDA

EURÍPIDES BARSANULFO MORREU DE GRIPE ESPANHOLA
Eurípedes Barsanulfo foi em vida um exemplo vivo de doação apostólica na vivência evangélica. Foi o 3.º dos 15 filhos do senhor Ernesto de Araújo e Jerônima Pereira de Almeida; o pai, conhecido pelo apelido de "seu" Mogico e a mãe pelo apelido de "Dona Meca".
Eurípedes Barsanulfo aprendeu a ler e escrever aos seis anos de idade, autodidata e possuidor de uma vontade férrea, e inteligentíssimo, ainda jovem dominou o Francês, falando-o com desenvoltura, iniciou o seu trabalho de educador no seio familiar, recebendo de seu pai o encargo de conduzir a educação dos irmãos, inclusive dos mais velhos. Começou a trabalhar aos seis anos de idade colaborando com o pai num armazém de secos e molhados, onde seu pai era gerente, mais tarde, já mocinho, ocupou o cargo de contador da casa comercial de seu Mogico. Suas primeiras moedas, fruto do seu trabalho, eram colocadas, à noite, nas mãos de sua mãe; teve uma infância difícil, cheia de dificuldades, jamais ganhou um brinquedo de loja, porém foi uma criança feliz e atenciosa.
Na juventude fundou o Grêmio Dramático de Sacramento, dando ao público uma diversão através das peças teatrais, que se realizavam em um antigo casarão e eram muito prestigiadas pela sociedade sacramentana; foi um jovem saudável, centrado no bem e na cultura, nunca fumou e jamais experimentou bebidas alcoólicas; dotado de um sentimento religioso profundo, tinha um coração cheio de bondade e afeiçoava-se muito aos animais e aos pássaros. Aos dezoito anos de idade montou a Farmácia Homeopática para atender a pobreza da região. Em 1901 lançou a Gazeta de Sacramento, um serviço de utilidade pública com o intuito de instruir o povo; em 1902 tornou-se vereador na Câmara Municipal de Sacramento, foi jornalista, professor de Francês e Geografia e Secretário da Irmandade de São Vicente de Paulo, tudo isso com apenas 22 anos de idade. Foi professor no Liceu de Sacramento onde já ensinava Espiritismo e fundou o Colégio Allan Kardec em 31/01/1907.
Em 1905 deu-se o encontro com a espiritualidade e com a Doutrina Espírita, através do seu tio Mariano da Cunha Júnior conheceu a obra de Léon Denis, "Depois da Morte", leu e releu-o, a segunda leitura fez-lhe vibrar a alma ainda mais. Dias depois Eurípedes foi com o tio ver uma sessão mediúnica, e o Dr. Bezerra de Menezes numa comunicação mediúnica falhou-lhe de sua missão e que seria amparado por Vicente de Paulo, seu Espírito protetor, que também se dirigiu a ele, explicando-lhe como seria a sua missão. Eurípedes concentra-se numa prece elevada a Jesus e por longos minutos excursiona no Mundo Espiritual. Desponta nesse instante a notável mediunidade que mais tarde ampliar-se-ia em: vidência, audição, psicofonia, psicografia, efeitos físicos, cura e bicorporeidade.
Eurípedes abraça com amor a sua tarefa dentro da planificação de Jesus, sua mediunidade torna-se um eficiente instrumento da Espiritualidade Superior, sua farmácia e as curas vão se popularizando cada vez mais, grande era o número dos que se beneficiavam com os remédios e as cirurgias espirituais.
Assim foi sua vida, dedicação à cultura e à mediunidade a serviço dos sofredores, sob a inspiração e a diretriz de São Vicente de Paulo e Dr. Bezerra de Menezes, e com certeza de muitos outros Missionários da Luz que do Mundo Invisível colaboram com os que estão a serviço do Amor Maior.
Eurípedes adoeceu no dia 23 de outubro de 1918, acometido pelo vírus da "gripe espanhola" e desencarnou a 1.º de novembro de 1918. Desencarnou como viveu, em seu ponto de honra a serviço do Bem.
Sua vida foi um apostolado de Amor e Caridade e é para a humanidade um rastro luminoso, exemplo de vida, humildade e dedicação a Jesus.
Fonte Bibliográfica:
Eurípedes Barsanulfo, o Apóstolo da Caridade - Jorge Rizzini – Edições Correio Fraterno (7.ª Edição – Abril de 1992)
(Jornal Verdade e Luz Nº 178 de Novembro de 2000)
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
VÍRUS H1N1 COMO PREVENIR
Como prevenir a gripe suína ou “gripe A” é o assunto do momento. Com as notícias sobre a epidemia de gripe suína, a imprensa brasileira segue o ritmo ditado pela internacional, e já começa a falar sobre a possibilidade de o vírus H1N1 causar uma pandemia, a lembrar dos 40 milhões de mortes causados pela Gripe Espanhola em 1918-1919, e a listar um conjunto de sintomas iniciais que, naturalmente, lembram bastante o de uma gripe comum.
A consequência é óbvia: pessoas assustadas lotando postos de saúde, corrida desnecessária a vacinas, gente estocando remédios (ineficazes)… e não tenho dúvida de que nos próximos dias haverá gente “bem informada” andando de máscara cirúrgica no ônibus, com base na onda de terror causada pelo conhecimento, pela imprensa em geral, de que más notícias vendem jornais.
Por outro lado, caso este vírus chegue mesmo por estes lados, a presença de casos das gripes comuns certamente vai causar preocupação nos pacientes e familiares, o que acaba se traduzindo mesmo na ida (provavelmente desnecessária) ao posto de saúde, o que congestiona o sistema e atrapalha o processamento dos casos reais, que podem ser difíceis de identificar – quem vai querer esperar o desenvolvimento do quadro clínico de seu filho antes de levá-lo ao atendimento? – e assim as filas nos postos de atendimento crescem naturalmente.
Por esta razão, a recomendação divulgada desde a noite de domingo para que os brasileiros tomem medidas preventivas contra a gripe em geral faz sentido de duas maneiras diferentes: as medidas, quando possíveis, também ajudam a prevenir a gripe suína, e além disso reduzem este efeito do “falso positivo” gerado por casos de gripes comuns.
E as medidas preventivas “genéricas” divulgadas pelo CDC (o órgão dos EUA responsável por prevenir e combater epidemias, entre outras atribuições) contra a gripe suína são bastante acessíveis.
Traduzi livremente as 5 precauções listadas pelo CDC:
- Cobrir nariz e boca com um lenço descartável ao tossir e espirrar, jogando o lenço numa lixeira em seguida.
- Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, ou com produto de limpeza à base de álcool.
- Evite tocar seus olhos, nariz e boca (especialmente após tocar em maçanetas, corrimões, etc.).
- Evite contato com pessoas infectadas, pois o vírus é transmitido de pessoa para pessoa.
- Se você ficar doente, fique em casa, não vá ao trabalho ou à escola
Esta última recomendação é importante: no México, onde o número de casos é maior até o momento, as aulas foram suspensas até o dia 6 de maio, para reduzir oportunidades de contágio no transporte público e nas próprias escolas. Ir ao trabalho estando com os sintomas de gripe, por lá e neste momento, é colocar em grave risco todos os colegas, clientes e parceiros.
No Brasil, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) esclareceu que não há motivo para pânico, e que o país está preparado para lidar com o vírus – e que apenas pessoas que viajaram para as áreas afetadas, ou tiveram contato com quem viajou, devem procurar atendimento médico especial caso desenvolvam sintomas de gripe.
Vale conhecer, entretanto, as medidas de prevenção individual que estão sendo recomendadas nos meios de comunicação do México – especialmente para evitar que você se antecipe de forma errada, estocando remédios ou tomando vacinas ineficazes. As precauções recomendadas aos mexicanos (onde há razões mais concretas para se prevenir) são:
- Usar máscaras que cubram o nariz e a boca ao sair à rua.
- Não propagar o pânico, nem exagerar as indicações das autoridades, pois são medidas preventivas.
- Não cumprimentar com apertos de mão, abraços ou beijos, em especial na presença de pessoas infectadas.
- Não se dirigir aos centros de saúde exceto quando estritamente necessário.
- Lavar as mãos com sabonete ou gel antisséptico com frequência.
- Manter-se afastado das multidões, incluindo concertos, parques e teatros.
- Não fumar, ou reduzir o fumo, para ajudar a prevenir doenças respiratórias.
- Comer frutas ou alimentos ricos em vitamina C para aumentar as defesas do organismo.
- Manter as janelas abertas e permitir a ventilação dos locais de trabalho e atividade.
- Lavar bem os talheres e utensílios, e evitar compartilhá-los.
- Postergar reuniões e encontros sociais.
- Evitar exercícios ao ar livre ou em centros esportivos muito frequentados.
- Estar atento a alertas disseminados pelos meios de comunicação.
Coloquei a segunda delas em negrito, porque não falta quem encontre explicações religiosas ou conspiracionais (”tá na cara que é coisa do Osama!”, ou do Bush, ou dos reptilianos, ou da PF, etc.) para este tipo de situação, e este tipo de comportamento pode piorar a situação ao aumentar demandas, baixar o moral ou mesmo reduzir a credibilidade dos alertas e recomendações oficiais.